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Feira Medieval do Colégio Semeador transforma história em experiência

Barracas, jogos, armamentos, moedas e referências a diferentes aspectos da Idade Média tomaram conta do Colégio Semeador durante mais uma edição da tradicional Feira Medieval. Produzido por estudantes e professores, o evento envolveu turmas do 9º ano à 3ª série do Ensino Médio em uma experiência que uniu pesquisa, criatividade e trabalho coletivo. 

Em 2026, a Feira Medieval ganhou uma reformulação nas barracas e ampliou os assuntos apresentados ao público. Além de espaços dedicados a jogos e elementos característicos do período, a programação trouxe conteúdos relacionados à astronomia, às universidades surgidas na Idade Média e à sustentabilidade, esta última conectada à produção da horta mantida no próprio colégio. 

Conhecimento construído pelos estudantes 

A proposta é aproximar os conteúdos estudados de uma experiência prática. Segundo o coordenador do Ensino Médio, Henrique Pedrotti, a construção da Feira Medieval fica nas mãos dos próprios alunos e professores. Além de apresentar elementos normalmente associados ao período, o evento busca mostrar diferentes conhecimentos desenvolvidos durante o período e suas relações com anos posteriores. 

“De forma pedagógica, a feira traz conteúdos da Idade Média para mostrar que também houve muito conhecimento produzido nesse período. As universidades, por exemplo, começaram a surgir na Idade Média. Trabalhamos esses conhecimentos e mostramos como eles foram evoluindo ao longo do tempo”, afirma Henrique. 

Nesta edição, estudantes da 2ª e da 3ª série do Ensino Médio também ficaram responsáveis pela comercialização de produtos relacionados à temática medieval, com a arrecadação destinada às respectivas formaturas. 

Criatividade em cada barraca 

O estudante do Ensino Médio, Eduardo Moreno Dutra de Andrade, ajudou na montagem de uma barraca com armamentos, objetos decorativos e uma dinâmica própria de troca. “A gente montou os armamentos, posicionou a barraca e preparou os enfeites decorativos. Trocamos armamentos, como espadas e escudos, por moedas que são coletadas nas outras barracas”, conta. 

Para Eduardo, a variedade criada pelos estudantes é um dos aspectos que mais chama a atenção durante o evento. “O que eu mais gosto na Feira Medieval é a criatividade e a diversidade de coisas que temos ao redor”, finalizou o estudante.  

Ao transformar conteúdos históricos em jogos, objetos, ambientações e atividades para o público, a Feira Medieval do Colégio Semeador coloca os estudantes no centro da construção do evento. Entre pesquisa e produção prática, eles precisam organizar ideias, trabalhar coletivamente e encontrar maneiras criativas de apresentar o conhecimento para quem circula pelas barracas. 

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